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sábado, 31 de dezembro de 2011

ANP obriga postos a venderem novo diesel

Contrariando os postos de combustíveis que negociavam uma adesão gradual ao S50 (novo diesel para motores Euro V), a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) baixou uma resolução obrigando boa parte desses estabelecimentos a ofertarem o produto já no dia 1º de janeiro.
Serão forçados a comercializar o S50 nesta data todos os postos que têm um número de bicos abastecedores de diesel maior que o do Ciclo Otto (gasolina e etanol), desde que os bicos de diesel estejam ligados a mais de um tanque de armazenamento.
Os postos que têm os tanques de diesel interligados a um único sistema de filtragem ganham 30 dias para realizarem a segregação desse sistema. Mas, como a resolução 62/11 foi publicada dia 2 de dezembro, a reforma terá de ser feita no mesmo prazo, ou seja, até 1º de janeiro.

Mais segurança nas estradas

Segurança e conforto são questões cada vez mais importantes no setor de transporte de passageiros e têm sido uma preocupação constante dos órgãos regulamentadores e também dos fabricantes e donos de frotas.
Alguns requisitos da Resolução 316/09 do Contran têm como base o Regulamento Europeu número 66 (R66) e deverão complementar a introdução de mudanças importantes no segmento de veículos rodoviários de médias e longas distâncias no Brasil.
Essa complementação estava prevista para entrar em vigor em janeiro de 2012, mas tudo indica que irá passar por uma revisão. Além das exigências normativas do Contran, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), através da portaria 190/2009, também estabeleceu novos procedimentos para a obtenção do código marca-modelo-versão necessário ao registro, licenciamento e emplacamento, que envolvem o acompanhamento dos ensaios laboratoriais relacionados à segurança dos veículos, os quais deverão atender rigorosamente aos requisitos da portaria.
Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo para o mercado brasileiro, destaca que, quando entrar em vigor, a nova legislação fará com que os modelos produzidos no país sejam tão seguros quanto os fabricados na Europa e nos Estados Unidos. “O Brasil se equipara, assim, aos mercados mais exigentes do mundo e dá um passo importante para promover ainda mais a segurança dos passageiros.”
A resolução imprime evoluções aos veículos no que diz respeito à resistência estrutural e à segurança dos usuários, uma vez que o objetivos é garantir menores deformações estruturais em caso de tombamento, o que aumenta a proteção aos ocupantes. ” A intenção é garantir que a superestrutura do veículo possua resistência suficiente para assegurar, que, em tombamentos, nenhuma parte invada o espaço residual deixado para os ocupantes do veículo”, explica Paulo Roberto Mutterle, responsável técnico e pelas homologações dos produtos Marcopolo.
Diversos modelos de ônibus produzidos para clientes do mercado externo, como países da Europa, África do Sul e Chile, já são concebidos de acordo com o R66. “Independentemente da revisão da norma, a empresa está trabalhando para estar apta a aplicar essa tecnologia de produção em todos os seus modelos no Brasil, para que eles estejam plenamente certificáveis na nova configuração”.
Para adequar-se à resolução, a companhia investiu em pesquisas e desenvolvimento, em parceria com órgãos e laboratórios internacionais e universidades européias, além de softwares, equipamentos, treinamento, formação de profissionais e estrutura de engenharia experimental para a realização de ensaios no Brasil. ” O processo de certificação do nosso processo produtivo e dos modelos de ônibus levou cerca de um ano e foi concedido pela Comunidade Econômica Europeia”, afirma Edson Maineri, diretor de Engenharia da Marcopolo.
Benefícios a todos
Para atender aos requisitos da nova norma, os ônibus Marcopolo receberam materiais que oferecem maior rigidez estrutural ao tombamento. Também tiveram suas estruturas desenvolvidas para absorverem uma maior parcela da energia do impacto, reduzindo dos deslocamentos e, consequentemente, a probabilidade que a carroceria atinja os passageiros.
Segundo Maineri, as principais diferenças em relação as carrocerias convencionais estão na instalação de reforços estruturais em pontos estratégicos, determinados pelas mais avançadas técnicas de simulações computacionais existentes na área. “Novos materiais foram aplicados na carroceria, pensando não somente no aumento da rigidez estrutural, mas também em seu comportamento em relação à fadiga. Com isso, conseguimos maior resistência com menor acréscimo de massa da carroceria”, salienta o executivo.
Os processos e padrões de produção de acordo com o R66 estão sendo introduzidos nas três plantas da Marcopolo no Brasil. “Isso proporcionará ao nosso cliente um importante diferencial de segurança para os passageiros transportados”, completa Maineri.
Apesar dos usuário de ônibus ser o grande foco das novas normas de segurança, Mutterle lembra que todos ganham com a sua adoção. “Passageiros, tripulantes, fabricantes e frotistas são beneficiados com a redução das consequências ocasionadas em um eventual acidente”, pondera.

Placas de alerta para controle de velocidade não são mais obrigatórias

Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) pôs fim à obrigatoriedade da existência de placas de sinalização que alertam aos condutores onde há radares de controle de velocidade. Publicada na última quinta-feira (22), a norma já está em vigor e alterou uma regra válida desde 2006.
A resolução dispõe sobre outros dois pontos importantes. Primeiro, os órgãos de trânsito devem informar aos motoristas qual é a velocidade máxima permitida nas pistas, por meio de placas dispostas ao longo das vias e, segundo, os equipamentos eletrônicos de fiscalização devem ser visíveis, não podem ficar escondidos.
De acordo com o diretor da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística), Neuto Gonçalves dos Reis, a mudança é positiva. “É uma tentativa de redução do número de acidentes nas estradas, mais uma política alinhada às ações do Denatran [Departamento Nacional de Trânsito] por mais segurança nas estradas”, destaca.
A velocidade será controlada por quatro tipos de dispositivos: fixo (instalação em local permanente), estático (instalação em veículo parado ou em suporte apropriado), móvel (veículo em movimento) e portátil (medidor voltado manualmente para o veículo alvo). Os equipamentos devem ser aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Passou a ser permitido o uso de radares móveis, estáticos ou portáteis nos trechos onde não exista sinalização. Nestes casos, vale o previsto no artigo 61 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB). Para rodovias, o limite é de 110 km/h para automóveis, 90 km/h para ônibus e 80 km/h para caminhões. Nas estradas sem pavimento, os veículos não podem passar de 60 km/h.
“O limite precisa ser obedecido, não apenas em frente aos radares, mas na estrada toda. Há acidentes que acontecem porque os motoristas pisam no freio bruscamente quando se deparam com a fiscalização”, alerta Gonçalves. Ainda de acordo com o diretor da NTC & Logística, essa é a medida que efetivamente funciona, enquanto a fiscalização manual, feita pelos guardas, tende a ser cada vez menor.
Sobre a instalação de novos radares, a norma continua igual: deve ser realizado estudo técnico para comprovar a necessidade de controle de velocidade no local, desde que se garanta a visibilidade do dispositivo.

Primeiro Campione HD 4.05 em novo design deixa a Comil em direção a Florianópolis

O primeiro Campione HD 4.05 em novo design foi entregue na fábrica da Comil, em Erechim, na noite de 27 de dezembro ao proprietário da empresa catarinense Costa Sul. Andrei Coelho Schmidt, que foi pessoalmente buscar o ônibus, levou o veículo a Florianópolis para reforçar a frota de cinco ônibus que prestam serviços de turismo nacional e internacional.
“Já possuímos um Campione HD e estamos extremamente satisfeitos, pois trata-se de um carro robusto e que nunca apresentou problemas”, destaca Schmidt. Segundo João Busatta, representante da Comil na região de Santa Catarina que acompanhou o proprietário na entrega do carro, a parceria com a Costa Sul ocorre desde 2006, quando a empresa comprou seu primeiro carro zero, um Campione 3.65.
O proprietário da Costa Sul afirma que já planeja a aquisição de um Campione Double Decker entre julho e agosto de 2012. Para o ano que vem, o novo HD, que foi equipado com mesa de jogos, forno elétrico e cafeteira, já possui três viagens programadas ao Chile. Cada ônibus da Costa Sul roda em média 12 mil km/mês.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Cerca de 49 mil pessoas deverão sair de Curitiba de ônibus nos dias 23 e 24

Cerca de 49 mil pessoas deverão sair de Curitiba de ônibus, nos dias 23 e 24 de dezembro. Os números são da empresa Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs), que controla a Rodoferroviária. Segundo a Urbs, o auge do movimento deverá ser no dia 23, quando está prevista saída de 890 ônibus.
A Urbs considera que o movimento de Natal começou na segunda-feira (19) e deverá terminar no sábado (24). Em 2011, o número de passageiros que sairão de Curitiba de ônibus neste período deverá chegar a 110.300. Em 2010, o total de passageiros, no período de Natal chegou a 109.721 pessoas.
Os destinos preferidos pelos passageiros de Curitiba no Natal serão o interior paranaense e o litoral de Santa Catarina. Somados, os passageiros que escolherão esses locais para passar o natal representam 62% de todo o movimento esperado até o dia 24.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cantor Daniel recebe dois novos ônibus Marcopolo G7

A Marcopolo fez a entrega de dois novos ônibus rodoviários para o cantor Daniel. Os veículos, dos modelos Paradiso 1800 Double Decker e Paradiso 1600 Low Driver, incorporam as mais recentes tecnologias desenvolvidas pela fabricante e serão utilizados pela equipe do cantor nas turnês de shows pela Brasil.
Com diferenciada pintura na cor vermelha, os veículos destacam-se pelo visual arrojado e alegre e são facilmente identificados pela assinatura do cantor nas laterais. No interior, os dois modelos contam com detalhes desenvolvidos exclusivamente para o cantor. O Paradiso 1800 DD possui salão inferior com poltronas semileito, com revestimento em espuma viscoelástica, que se molda ao formato do corpo do passageiro e proporciona maior conforto e menor desgaste durante as viagens, além de monitores de LCD e sistemas de áudio e vídeo e de climatização individual em cada poltrona. No salão superior, conta com sala reservada na parte traseira e poltronas semileito.
Externamente, o Paradiso 1600 Low Driver tem a mesma identidade visual do 1800 DD. No interior, o modelo também conta com poltronas semileito, sistemas de climatização, áudio e vídeo. O diferencial está no amplo bagageiro, com cerca de 15 m3 de volume para transportar equipamentos e bagagens de todos os integrantes da equipe.

Novo caminhão da Agrale recebe prêmio internacional de Design

A linha 2012 de caminhões da Agrale foi premiada no iF Product Design Award, uma das maiores premiações do design mundial realizada na Alemanha. O projeto do pesado está junto com mais 17 produtos brasileiros premiados que participarão de mostras na Alemanha e China. O design da Agrale foi produzido pelo estúdio paulistano Questto|Nó.
O projeto da Agrale foi eleito pelo Design Excellence Brasil (DEBrazil), um programa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Desde 2003, o DEBrazil seleciona os melhores candidatos do País para enviar ao iF. Os 18 premiados foram escolhidos dentre 308 inscritos brasileiros. Na Alemanha, eles concorreram com outros 2.605 produtos e se sobressaíram, integrando os 863 nomes que receberão o selo iF, que atesta qualidade e excelência em design.
Os iF Design Awards são premiações promovidas desde 1953 pelo International Forum Design (iF). Divididas em quatro prêmios (referentes a produto, materiais, embalagem e comunicação), recebem, anualmente, milhares de inscrições de todo o mundo – para a edição 2012, foram inscritos trabalhos de 48 países.
O projeto
A área automotiva do estúdio Questto|Nó trabalhou no design dos novos caminhões da Agrale ao longo de 30 meses. Além da estética, foram levados em conta aspectos como a utilização de novos materiais, ergonomia e conforto.
De acordo com o estúdio, a nova cabine tem inúmeras peças em termoplásticos, facilmente reciclados após o ciclo de vida do produto. Internamente, o painel de instrumentos permite uma futura evolução para RHD (volante do lado direito, para exportação), além de usar materiais plásticos e revestimentos exclusivos que conferem mais conforto acústico aos motoristas.
O projeto ainda prevê uma evolução futura para outros modelos de cabine, como a curta, leito e dupla, otimizando investimentos e prazos de implantação.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Hyundai HD 78

Embalado pelo sucesso do utilitário HR, a Hyundai trouxe no inicio desse ano para o Brasil o caminhão HD 78. O modelo que está sendo vendido no país desde o mês de abril, é uma opção interessante para quem busca um caminhão leve para o transporte urbano e precisa cobrir pequenas distâncias, seu preço sugerido é R$ 95.000, ele traz motor FTP.
Motor
O Hyundai HD 78 é impulsionado por um motor 3.0 L, quatro cilindros, 16 V diesel com turbo-intercooler e injeção do tipo common-rail, ele entrega 155 CV de potência e 40 kgfm de torque, atingidos entre 1600 a 2000 rpm. Esse bloco foi desenvolvido pela FTP (FIAT Power Train), divisão de motores do grupo Fiat. Já a transmissão é manual de 5 velocidades. Atração é 4×2.
Dimensões
O HD 78 é um caminhão de médio porte com comprimento de 6.51 metros, ele é cerca de 1.8 metros maior do q

Bridgestone apresenta pneu que não precisa de ar

A Bridgestone anuncia mais uma inovação tecnológica para a indústria de pneus. Trata-se de um pneu conceito que dispensa o uso de ar, apresentado no Salão do Automóvel de Tóquio (Tokyo Motor Show), realizado no começo do mês no Japão.
Inovação
De acordo com a fabricante, esse pneu conceito conta com uma estrutura flexível única que se estende ao longo do seu interior e que suporta todo o peso do veículo. Ou seja, não há necessidade de calibrá-lo periodicamente, ao mesmo tempo em que a preocupação com perfurações é eliminada.
No quesito sustentabilidade, segundo a Bridgestone, o pneu conceito tem a estrutura interna e a borracha da banda de rodagem produzidas a partir de resinas termoplásticas reutilizáveis, materiais 100% recicláveis. De acordo com a companhia, estes novos pneus estabelecem um novo padrão em termos de compatibilidade ambiental, segurança e conforto, além de poderem ser uma alternativa viável no futuro.

Marcopolo projeta 2012 impulsionado por unidades no Exterior

As seis unidades da Marcopolo no Exterior são as principais responsáveis pela estimativa de crescimento de 7,5% na receita líquida consolidada da empresa no ano que vem. A fabricante de carroçarias de Caxias do Sul, RS, projeta valor de R$ 3,6 bilhões, decorrente da produção e venda global de 32,5 mil unidades. Para 2011 a estimativa, revisada em agosto, é de receita líquida de R$ 3 bilhões 250 milhões e comercialização de 30,2 mil unidades, representando incremento de 9,6% sobre 2010.
As seis fábricas do Exterior, incluindo a recentemente adquirida Volgren, da Austrália, deverão produzir 12,5 mil ônibus, crescimento de 17% na comparação com as 10,7 mil estimadas para este ano. Da fábrica do México deverá vir o principal incremento, de 30%, com expectativa de 1,7 mil unidades. Na Índia é esperado aumento de 18,5%, para 7,7 mil ônibus. Outros quatrocentos virão da Austrália. A produção na Argentina de 1,3 mil unidades representará alta de 8,5%, enquanto a da África do Sul ficará estável nas trezentas unidades.
São esperadas quedas de 18% na Colômbia, para novecentos ônibus, e no Egito, em 34%, para duzentos veículos.
Na avaliação da Marcopolo mantidas as condições atuais de mercado e do desempenho econômico do País, a produção em suas unidades no Brasil deverá atingir 20 mil unidades, expansão de 2,5% sobre as 19,5 mil esperadas para este ano.
Para atingir as metas a companhia pretende aplicar investimentos de R$ 140 milhões, incluso recente aporte de aproximadamente R$ 90 milhões, ou cerca de US$ 53,2 milhões, na aquisição da encarroçadora australiana. Para o período 2011-2015 o Grupo tem meta de investir R$ 350 milhões em modernização das fábricas, aumento de capacidade e produtividade, formação e qualificação de mão de obra e desenvolvimento de novos produtos.

sábado, 17 de dezembro de 2011

É um caminhão, mas poderia ser um avião

O motor tem 456 cv, a transmissão, automatizada, possui 12 marchas para a frente e outras quatro para a ré. Além disso, esse Mercedes-Benz tem tanta tecnologia a bordo que é capaz de manter a distância para os veículos à frente e também nos avisar se estamos saindo da faixa de rolagem. E até conexão com a internet ele traz.
Se você pensou que estamos falando de um automóvel da “marca da estrela de três pontas”, como um Classe E ou um esportivo como o roadster SLK se enganou. É o Actros 2646 LS 6×4, o mais sofisticado caminhão vendido pela Mercedes-Benz no Brasil. Importado da Alemanha (mas com produção nacional prevista para 2012), o Actros 2646 LS é um extrapesado oferecido com três versões de cabine – Conforto (teto baixo), Megaspace Conforto e Megaspace Plus Segurança –, motor de 456 cavalos de potência, tração 6×4 e preços que vão de R$ 398.900 a R$ 464.600.

Senado aprova regulamentação da profissão de caminhoneiros

Os senadores aprovaram, nesta terça-feira (13), o substitutivo ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 319/2009, do ex-deputado federal Tarcísio Zimmermann, que regulamenta a profissão de motorista. O texto acatado é fruto de acordo firmado entre a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Transporte Terrestre (CNTTT).
Uma das principais inovações contidas na proposta é a fixação da jornada de trabalho da categoria. Por meio do acréscimo do capítulo III-A no Código de Trânsito Brasileiro, o texto proíbe os motoristas profissionais de dirigirem por mais de quatro horas ininterruptas, devendo ser observado, após esse período de trabalho, um intervalo mínimo de 30 minutos para descanso.
Em situações excepcionais, contudo, fica permitida a prorrogação por até 1 hora do tempo de direção, de modo a permitir ao condutor, o veículo e sua carga chegar a lugar que ofereça segurança e atendimentos demandados. Além disso, os condutores serão obrigados, dentro de um período de 24 horas, a observar um intervalo mínimo de 11 horas de descanso, podendo esse tempo ser fracionado em nove horas mais duas horas, no mesmo dia.
O texto, que agora volta à Câmara dos Deputados, imputa aos empregadores, sem ônus para os motoristas, as despesas com cursos exigidos pela legislação e com um seguro obrigatório. O valor mínimo de tal seguro deverá ser correspondente a dez vezes o piso salarial de sua categoria.
Com relação ao projeto original, a redação aprovada no Senado suprimiu dispositivos que instituíam um adicional de “penosidade” e o direito à aposentadoria especial após 25 anos de exercício da profissão.
Respondendo a questionamento do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) sobre essas alterações, o relator, senador Paulo Paim (PT-RS), explicou que tais benefícios deverão ser incluídos em projeto de lei de sua autoria que cria o Estatuto do Motorista (PLS 271/2008).
Durante a discussão da matéria, vários senadores destacaram sua importância para aumentar o nível de segurança nas rodovias brasileiras. O senador Blairo Maggi (PR-MT) considerou que as mudanças aprovadas pela Casa deverão contribuir para a redução de acidentes nas estradas.
“Eu acho que os nossos motoristas precisam ter o seu tempo de descanso, porque o mesmo motorista que algum patrão exige que trabalhe um pouco a mais poderá ser aquele que vai bater em um carro pilotado por nosso filho e nos matar à frente”, disse.
No mesmo sentido, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) observou que não são apenas os motoristas que se sujeitam a risco de vida em seu trabalho – sobretudo por excesso em sua jornada -, mas também as pessoas que trafegam junto com eles nas rodovias. O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) afirmou que o projeto se reveste do mais alto interesse público por dar maior segurança e maior qualidade ao trabalho dos motoristas, que são obrigados a enfrentar condições de trabalho extremamente adversas nas estradas brasileiras em péssimas condições.
Defenderam ainda a aprovação do projeto os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Walter Pinheiro (PT-BA), Sérgio Petecão (PMN-AC), Ivo Cassol (PP-RO), Inácio Arruda (PCdoB-CE), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Wellington Dias (PT-PI), Lúcia Vânia (PSDB-GO), Acir Gurgacz (PDT-RO), Jayme Campos (DEM-MT), Casildo Maldaner (PMDB-SC) e Romero Jucá (PMDB-RR).

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Marcopolo compra de 75% da Volgren Australia

A fabricante de carrocerias para ônibus, Marcopolo anunciou nesta terça-feira que firmou um contrato para a aquisição de 75% de participação na empresa Volgren Australia Pty. Limited, sediada em Melbourne, Austrália.
O valor a ser desembolsado pela participação consistirá de uma antecipação de 52,5 milhões de dólares australianos, e ajustes relativos a performance da companhia com base no Ebitda dos próximos três anos. A Marcopolo detém o direito de exercer os demais 25% de participação ao final destes três anos.
A Volgren é a maior encarrocadora de ônibus da Austrália e conta com mais de 560 funcionários. De acordo com a Marcolpolo, a empresa tem presença em todo o território australiano com mais de 40% de participação de mercado. No ano fiscal de julho/10 a junho/11, a companhia registrou vendas de 698 unidades com receita de 207,1 milhões de dólares australianos.
“Esta aquisição faz parte da estratégia de crescimento da Marcopolo e representa um importante passo para a ampliação geografica da companhia no mercado internacional”, informou a empresa em comunicado.

Vendas de máquinas para construção devem fechar 2011 com crescimento de 18%

As vendas de máquinas e equipamentos utilizados no setor da construção e em obras de infraestrutura no Brasil deverão ter um crescimento de 18% neste ano em comparação com 2010. A constatação é do “Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção”, elaborado e que acaba de ser divulgado pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção.
O trabalho também apontou as projeções de vendas para 2012 e chegou a uma perspectiva de crescimento bem menor, de apenas 5%. “Esse crescimento menor se deve, basicamente, a uma estimativa de queda nas vendas de caminhões no próximo ano”, explica Brian Nicholson, consultor econômico da entidade e um dos responsáveis pelo levantamento.
Segundo ele, neste ano os empresários anteciparam as compras de caminhões – o crescimento em relação a 2010 foi de 27% – em razão da mudança na legislação ambiental prevista para o próximo ano e que deve exigir alterações nos motores, com perspectiva de aumento no preço dos veículos a partir de 2012.
Além do forte crescimento nas vendas de caminhões – que representam mais de 50% do volume de vendas de equipamentos para o setor da construção -, o levantamento da Sobratema também registrou um aumento expressivo, de 113%, nas vendas de mini-escavadeiras. “São equipamentos compactos, para até 12 toneladas, muito utilizado na construção civil, que viveu nos últimos anos um período de forte expansão”, explica Nicholson.
O levantamento também apontou que atualmente o índice de participação das máquinas importadas na chamada linha amarela, basicamente composta por equipamentos de terraplanagem, chega a 29% do total comercializado no Brasil. De acordo com Nicholson, esse percentual deve ser o ponto mais elevado de participação no setor, uma vez que grande parte dos equipamentos hoje importados passará a ser produzida no País nos próximos anos.
“Vale lembrar que os fabricantes instalados no Brasil produzem também para o mercado latino-americano”, complementa o economista Rubens Sawaya, que também auxiliou nas pesquisas. Com isso, segundo ele, o interesse por instalar fábricas no Brasil é muito grande.
Paralelamente ao levantamento, os pesquisadores da Sobratema fizeram uma sondagem com 24 empresas do setor para aferir as expectativas dos empresários em relação a 2012. E a constatação foi a de que eles estão mais otimistas, embora destaquem alguns gargalos para o setor: atraso na liberação das obras devido a questões ligadas a licenciamento e licitações, além da contínua falta de mão-de-obra especializada.
“O que o setor pleiteia não é relaxamento das normas e regras ambientais. O que se cobra do Ministério Público é eficiência, bom senso, pragmatismo e agilidade na avaliação dos projetos”, destacou Nicholson.
O consultor econômico da entidade ainda ressaltou que todos esses problemas de ordem legal e ambiental apontado na sondagem são de ordem conjunturais e “perfeitamente evitáveis”. No entendimento de Mário Humberto Marques, vice-presidente da Sobratema, esse problemas relacionados não se devem a falta de recursos, mas sim a falta de eficácia na gestão dos projetos por parte do governo. “Nesse ponto é que deve entrar a iniciativa privada, com as PPPs (parceria público-privadas), as concessões e as privatizações. É aí que está a solução desses gargalos”, conclui ele.

SP oferece cursos para motoristas de ônibus e caminhões

vídeo:http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/12/sp-oferece-cursos-para-motoristas-de-onibus-e-caminhoes.html 

São Paulo está recrutando motoristas de ônibus e caminhões. Só a Grande São Paulo concentra 30% de todas as vagas para o cargo abertas em todo o Brasil. Contudo, só ter a carteira de habilitação nas categorias D ou E não basta para conseguir um bom emprego. A dica para o profissional é buscar qualificação.
Em todo o país são cerca de 40 mil oportunidades para motoristas. As unidades do Sest/Senat ajudam a repor esse apagão no mercado de trabalho através de cursos. A primeira lição é se colocar no lugar do passageiro. Na pista tem simulação de parada no ponto e a gentileza com os passageiros é obrigação.
Já quem está interessado nos caminhões precisa entender a tecnologia: computador de bordo e painel com luzes e números fazem parte do dia a dia do caminhoneiro.
Cada curso tem, no mínimo, 160 horas/aula, divididas em módulos básico, intermediário, especializado e prático. As inscrições podem ser feitas em uma unidade do Sest/Senata ou pelo telefone 0800 7282891.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O perigo da privação de sono do motorista

Um final de noite, o cansaço, a monotonia de uma estrada ampla e longa. Existem muitas razões para um motorista ficar sonolento ao volante. Independentemente da causa, as consequências podem ser devastadoras. A proporção de acidentes causados ​​pelo cansaço dos condutores ​​varia de um estudo para outro, mas normalmente gira entre 15% e 60%. As pesquisas também mostram que este tipo de acidente é muitas vezes mais grave do que as colisões causadas por outros fatores, já que os tempos de reação são retardados.

DAF lança CF85 e XF105 ATe na Europa

No âmbito do seu programa ATe (Advanced Transport efficiency), a DAF vai lançar novas séries especiais dos seus bem sucedidos tratores CF85 e XF105, com especificações totalmente otimizadas para a máxima eficiência e economia, com o menor impacto ambiental possível. Os novos CF85 e XF105 ATe estarão disponíveis de imediato no mercado europeu.
Com vista a reduzir o máximo possivel o consumo de combustível, antes de mais procurou-se otimizar a aerodinâmica, nomeadamente com a montagem de série em todos os CF85 e XF105 ATe de um defletor no teto e abas laterais, completados pelas saias laterais do chassi. Além disso, estes tratores serão equipados de série com pneus 315 170 R22.5, de baixa resistência ao rolamento, cuja menor altura ao solo permite baixar a altura do veículo e por consequência reduzir a resistência aerodinâmica.
Os novos tratores CF85 e XF105 ATe serão equipados com motor PACCAR MX dei 2,9 litros, acoplado a uma caixa automatizada AS-Tronic cujo software de controle dispõe de uma estratégia de mudanças totalmente otimizada para a redução do consumo de combustível, permitindo no entanto que o condutor possa selecionar mudanças em modo manual a velocidades até 30 km/h, ou ao utilizar o Freio Motor MX. Em todas as outras circunstâncias será a eletrônica que decide o momento ideal de mudança.
Para otimização dos consumos, os tratores ATe dispõem de um conjunto com caixa de transmissão direta e relação de diferencial 2.69:1, podendo em opção ser equipados com relação de diferencial 2.53:1 para serviços que exigem mais agilidade. Para ajudar à redução do consumo, os tratores ATe são equipados de série com um Cruise Control adaptável. Como retardador auxiliar, estes tratores serão equipados com Freio Motor MX. que permite melhor capacidade de carga. Além disso, os CF85 e XF105 ATe serão fornecidos com a formação de condutores DAF Eco drive, para ajudar a reduzir permanentemente o consumo real de combustivel e as emissões de CO2, em média entre 3 e 5%.
As novas versões CF85 e XF105 ATe fazem parte do programa DAF ATe (Advanced Transport Efficiency), um pacote completo de soluções inteligentes que ajudam a reduzir o consumo de combustivel e as emissões e melhorar ainda mais a eficiência do caminhão. Os motores dos modelos ATe desligam-se automaticamente depois de um período de cinco minutos em marcha lenta e a velocidade máxima de fábrica está limitada a 85 em vez de 89 km/h para alcançar uma redução de 2 a 3% do consumo de combustível e das emissões de CO2. Para aumentar a conscientização do condutor para a importância de um baixo consumo de combustível, será incluída de série uma função de apresentação de informações na tela central do painel relativa ao consumo de combustível atual e ao consumo alcançado.
A DAF é a primeiro fabricante em toda a indústria de caminhões a utilizar o encapsulamento térmico integral não só do turbocornpressor mas também de todo o coletor de escape. Isto resulta numa gestão de ar melhorada graças à maior eficiência do turbo. Os melhoramentos do motor PACCAR MX resultam numa redução de 3% do consumo de combustível e das emissões de CO2, dependendo das condições de operação e do tipo de serviço.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sindicato rejeita proposta formal da Busscar

O Sindicato dos Mecânicos de Joinville, SC, rejeitou proposta de acordo feita pela Busscar Ônibus para pagamento de salários e benefícios atrasados dos trabalhadores. A decisão foi manifestada no segundo encontro da Justiça do Trabalho com representantes da entidade e da encarroçadora, que precisa apresentar até o fim deste mês um plano de recuperação judicial para aprovação pelos credores.
A proposta feita pela empresa, por meio de seu advogado, é que os 2,1 mil trabalhadores que entraram com ações individuais para cobrança dos atrasados recebam R$ 9 milhões parcelados em doze meses, pagos com o fluxo de capital que entrar durante a recuperação judicial. O presidente do sindicato, João Bruggmann, sustentou que o valor cobre pouco mais de 20% do que é devido aos trabalhadores, estimado em R$ 40 milhões.
O sindicalista reivindica que antes deste acordo haja a apresentação de proposta para liquidação da ação coletiva, que estava em andamento e seria acertada com leilão de bens da companhia – suspenso quando a recuperação começou. “O trabalhador não pode perder nada do que está esperando para receber.” Para Bruggmann, a proposta não é objetiva nem clara, pois “expressa a intenção da Busscar em se utilizar novamente dos trabalhadores para apoiar suas intenções com outros credores”.
Bruggmann recebeu garantia de que a equipe responsável pela recuperação judicial apresentará o valor exato da dívida trabalhista, que o sindicato estima ser de R$ 120 milhões, dos quais R$ 65 milhões em salários atrasados desde abril do ano passado e décimo-terceiro, e R$ 55 milhões em débitos com o Fundo de Garantia. Já a empresa, segundo apurou o presidente durante a reunião, espera receber novas encomendas de ônibus nos próximos dias. A meta é produzir 3,5 mil unidades anualmente a partir do terceiro ano de recuperação.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

CMA dos Sonhos

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Scania K124    420 cavalos     ano 98



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Michelin lança nova geração de pneus para uso misto

A Michelin, líder em vendas no mercado de pneus radiais para caminhões e ônibus na América do Sul, apresenta sua nova gama Michelin X Works. Recomendado para atividades como usinas de cana-de-açúcar, madeireiras, construção e obras públicas, é o primeiro pneu sem câmara nessa dimensão comercializado e fabricado no Brasil.
“A Michelin está inovando para contribuir na redução do custo operacional dos clientes. A nova oferta dimensional sem câmara Michelin X Works confirma a proposta do justo-perfil, traduzido no pneu adequado para transportar mais carga com menor custo”, afirma Luigi Cannelloni, diretor de marketing para a Michelin América do Sul.
O uso de pneus sem câmara proporciona aos usuários ganhos significativos na operação quando comparados aos pneus com câmara tais como, redução de peso do conjunto pneu x roda, metade do tempo para montagem e desmontagem do conjunto, menor tempo de parada dos veículos por problemas de furos no pneu (perda lenta de pressão), menor perda de carcaça por problemas de furo, entre outros.
O novo Michelin X Works XZY foi especialmente desenvolvido para montagem em todas as posições e otimizado para o eixo direcional para o transporte de carga em veículos pesados e extra pesados, que trafeguem em estradas mistas de asfalto e terra com pedras e buracos.
O Michelin X Works XZY é uma nova geração de pneus com carcaça e ombros reforçados para utilização em condições severas. O talão mais robusto com aro reforçado proporciona maior resistência da carcaça a choques e agressões. O novo pneu gera um rendimento quilométrico de até 15% maior na 1ª vida, com excelente aderência e tratividade em solos inconsistentes, aumentando assim a vida total do pneu.
Já o Michelin X Works XDY, desenvolvido para montagem em eixo trativo foi elaborado para proporcionar maior resistência em condições severas de uso, com excelente rendimento quilométrico, mais aderência e tratividade, além de maior durabilidade da carcaça.
Devido à nova escultura com composto de borracha de alta resistência às agressões, o Michelin X Works XDY dura até 10% a mais em primeira vida e retém até 30% a menos de pedras. Essas características auxiliam na redução dos gastos, aumentando a produtividade.
Para completar a gama, o Michelin X Works HD XDY é recomendado para montagem em eixo de tração, e em casos excepcionais, em eixo direcional, quando as condições de uso são extremamente agressivas, respeitando-se os limites de carga e velocidade do pneu. Desenvolvido para utilização em solos predominantemente agressivos, com terra e pedra possui uma escultura mais robusta no centro, com composto de borracha de alta resistência às agressões, que proporciona um aumento de até 15% na quilometragem em primeira vida.
O novo composto de borracha da banda de rodagem é mais resistente às agressões e arrancamentos, reduzindo também os níveis de oxidação das lonas de topo. Os pneus M Michelin X Workspossuem maior aderência ao solo, proporcionando melhor drenagem de água e lama oferecendo mais segurança na operação. Dessa forma, os usuários se beneficiam de uma maior disponibilidade dos veículos.
Além disso, o aumento da vida total dos pneus em até 20% em relação ao pneu 11.00 R22 X Force, gera redução no custo do transporte. Ao utilizar o serviço de recapagem Michelin o usuário poderá aproveitar todo o potencial da vida do pneu, reduzindo o custo do transporte e com maior produtividade. Além disso, a nova gama de pneus pode ser recapada com o processo de recapagem que utiliza o mesmo desenho da banda de rodagem do pneu novo.
A nova gama Michelin X Works tem a carcaça com Tecnologias de Durabilidade Michelin (MDT), que confere maior resistência às infiltrações, sobrecargas e agressões termomecânicas aumentando a vida total do pneu. Os novos pneus Michelin X Works auxiliam na redução do custo do transporte graças ao alto nível de recapabilidade e da vida total do pneu.
O grupo Michelin trabalha na arquitetura e no desenho da banda do pneu para diminuir a resistência à rodagem buscando a redução do consumo de matérias-primas oferecendo o justo-perfil para a necessidade do cliente. Graças à durabilidade da nova oferta MICHELIN X WORKS, menos carcaças de pneus são descartadas no meio-ambiente permitindo a utilização máxima do potencial de nossos produtos, e consequentemente contribuindo para menores emissões de CO2 na atmosfera.
A gama completa está disponível nas seguintes dimensões: 12 R22.5 X Works XZY TL 152/148 K |12 R22.5 X Works XDY TL 152/148 K |12 R22.5 X Works HD XDY TL 152/149 D.